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Planejando com MPS e MRP: uma aplicação na Indústria Brasileira
Texto aplicado e muito didático sobre os conceitos e aplicações de MPS e MRP
22 de mai.


Desvendando a Capacidade de Produção: Do Planejamento Estratégico ao Chão de Fábrica
Texto muito ilustrativo sobre Gestão da Capacidade de Produção
13 de mai.


Importância da Previsão de Demanda para Planejamento e Controle (PCP)
O Papel da Previsão no Processo de Gestão do Fluxo de Manufatura No âmbito do Planejamento e Controle da Produção (PCP), a previsão de demanda não é meramente um exercício estatístico, mas o elo central para a conciliação entre fornecimento e demanda. Conforme preconizado pelas bases teóricas de Slack, Corrêa e Gianesi, a gestão do fluxo de manufatura exige que a organização lide com a disparidade entre o tempo de processo (P) e o tempo de demanda (D). Quando o tempo necessár
5 de mai.


S&OP: Refletindo sobre o Planejamento de Vendas e Operações
Texto didático sobre as bases do S&OP
5 de mai.


Guia Estratégico de Planejamento e Controle: Da Teoria à Prática na Administração de Operações
No cenário de alta competitividade, a eficiência operacional não é apenas uma métrica de desempenho, mas um imperativo de sobrevivência. Como Administradores, devemos encarar o Planejamento e Controle de Produção (PCP) e de Materiais não como meros processos burocráticos, mas como o sistema nervoso central que garante a rentabilidade e a continuidade do fluxo de valor. O Coração da Administração de Materiais e Produção O PCP é o pilar que sustenta a Administração de Materiais
30 de abr.


Guia de Gerenciamento Custos e Dimensionamento da Equipe de Manutenção
No dinâmico ambiente de uma montadora de automóveis ou de uma metalúrgica de grande porte, o silêncio de uma linha de pintura ou de uma célula de corte a laser não é apenas um intervalo técnico; é um dreno direto na lucratividade. Historicamente, a manutenção foi relegada ao papel de "centro de custo" — um mal necessário para consertar o que quebrava. Contudo, a transição da Era Industrial Neoclássica para a Era da Informação exige uma mudança de paradigma. Hoje, a máxima é c
24 de abr.


Guia para Diagnóstico de Maturidade Digital: Frameworks ACATECH e TM Forum
A transformação digital não é apenas uma tendência tecnológica, mas uma jornada crítica de sobrevivência e excelência operacional no paradigma da Indústria 4.0. Para executivos e gestores, essa evolução exige o abandono de abordagens reativas em favor de um roteiro estratégico rigoroso. Adotando o framework "Digital Transformation Journey" do TMForum, estruturamos esse percurso em três fases fundamentais: o Planejamento (Plan), para definir a visão e o estado atual; o Design
17 de abr.


Guia Estratégico de Indicadores de Produtividade e Gestão de Ativos
Introdução: A Evolução Estratégica da Manutenção A percepção da manutenção nas organizações evoluiu de um centro de custos inevitável para um pilar estratégico de competitividade. No período anterior à Primeira Guerra Mundial, a atividade era puramente reativa, focada em reparos após a falha. A "segunda geração" (pós-Segunda Guerra até os anos 60) introduziu a manutenção preventiva, impulsionada pelo aumento da mecanização e da busca por produtividade. Contudo, a verdadeira t
10 de abr.


Tecnologias Habilitadoras da Indústria 4.0: O Guia Definitivo da Convergência Digital
O advento da Quarta Revolução Industrial, ou Indústria 4.0, não se configura meramente como um incremento nas capacidades de automação pré-existentes, mas sim como uma transformação estrutural na forma como o valor é criado, distribuído e capturado na economia global. Diferente da terceira revolução, pautada na automação baseada em eletrônica e TI, a Indústria 4.0 introduz sistemas ciber-físicos (CPS) que se auto-otimizam e tomam decisões descentralizadas. Este paradigma, pr
8 de abr.


CEP- Controle Estatístico de Processos: Maximizando a Qualidade
Artigo que trata a importância e como utilizar o Controle Estatístico de Processos
6 de abr.


Guia Prático de Seis Sigma em Serviços: Capabilidade, DPMO e Nível Sigma
Artigo sobre Qualidade em Serviços com o uso de Ferramentas analíticas
6 de abr.


Guia Mestre de Excelência Operacional: Tutorial Prático das Ferramentas Analíticas
O Poder dos Dados na Gestão de Serviços Em um ambiente de alta performance, a dependência do empirismo intuitivo é um risco sistêmico que a Excelência Operacional busca erradicar. Conforme a filosofia de James e Mona Fitzsimmons (Capítulo 8), a transição para uma gestão baseada em fatos e dados é o alicerce para qualquer alavancagem operacional sustentável. A aplicação rigorosa do Ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) permite que a organização não apenas reaja, ma
30 de mar.


Do Chão de Fábrica ao Resultado Financeiro: O Poder Estratégico do PCM, FMEA e a Gestão de Disponibilidade
Entenda como PCM e FMEA torna a Gestão da Manutenção uma função estratégica
27 de mar.


Guia Definitivo de Ferramentas da Qualidade: Ishikawa, 5 Porquês e 5S
A Gestão de Operações na Era da Experiência e da Descarbonização Seja bem-vindo a este espaço de reflexão sobre temas relativos à Administração da Produção e Gestão de Operações. Como futuros administradores, vocês estão ingressando no mercado em um momento de transição profunda. Não operamos mais sob o antigo paradigma puramente industrial; vivemos a Lógica Dominante de Serviço. De acordo com Fitzsimmons, essa nova visão substitui o foco em produtos tangíveis pela criação de
25 de mar.


Do TQM ao Six Sigma: O Guia Definitivo da Evolução da Qualidade
1. Introdução: Por que a Qualidade é o Coração da Administração da Produção? No atual cenário de competitividade global, a gestão de serviços transcendeu a visão tradicional baseada em produtos para adotar a Lógica Dominante de Serviço. Como especialistas em operações, devemos compreender que a economia moderna não apenas consome serviços, mas depende deles como motor de inovação. De acordo com a definição clássica de James Fitzsimmons (p. 4), "um serviço é uma experiência in
24 de mar.


Gestão de Manutenção: Da Manutenibilidade à Prevenção Estratégica de Falhas
1. Introdução: A Evolução Estratégica da Manutenção A trajetória da manutenção nas organizações reflete a própria evolução dos sistemas produtivos. De acordo com Kardec e Nascif (2006), o setor partiu de uma visão secundária e puramente reativa no período pré-Primeira Guerra, evoluindo para a manutenção preventiva no pós-Segunda Guerra, até consolidar-se como função estratégica sob a influência do Just-in-Time na década de 70. Como especialista, observo que essa transição mar
9 de mar.


Gestão de Ativos: Inventário, criticidade e as melhores políticas e técnicas de inspeção e manutenção dos ativos.
1. Introdução: A Evolução da Manutenção na Engenharia de Produção Para o futuro Engenheiro de Produção, compreender a manutenção é compreender a viabilidade do próprio negócio. Historicamente, no período anterior à Primeira Guerra Mundial, a manutenção era tratada como uma atividade secundária e meramente reativa — uma função de oficina que agia apenas após a quebra (Tavares, 1999). Entretanto, a visão moderna transformou essa percepção. De acordo com a Organização das Nações
9 de mar.


O Modelo 4P da Toyota: A Ciência por trás da Eficiência e a Transição para a Manufatura Avançada
1. Introdução: O Legado Toyota e a Nova Era Industrial A evolução da manufatura não é linear; ela é composta por saltos disruptivos que exigem do Engenheiro de Produção uma compreensão aguda das raízes históricas para projetar o futuro. Iniciando pelo artesanato na Europa (Manual e Personalizado), evoluímos para a 1ª Revolução Industrial na Inglaterra (Mecanizado), seguida pela 2ª Revolução nos EUA, caracterizada pela produção em série e a complexidade da Massa Fragmentada. O
6 de mar.


Guia Definitivo de Estratégia de Operações: Das Perspectivas à Prática com a Matriz de Desempenho
1. Introdução: O Novo Paradigma da Estratégia de Serviços Nas últimas décadas, o mundo corporativo testemunhou a maior migração de mão de obra desde a Revolução Industrial. Conforme detalhado nos dados históricos da Tabela 1.1 do Fitzsimmons, o emprego no setor de serviços nos Estados Unidos saltou de 59,5% em 1965 para impressionantes 78,6% em 2005. Esta não é apenas uma mudança estatística; é uma transição fundamental da Economia Agrária e Industrial para a Economia da Expe
3 de mar.


Gestão de Operações de Alto Nível: Dimensões, Objetivos e o Desafio dos Trade-offs
Uma visão esclarecedora sobre os objetivos de desempenho da produção x dimensões da produção
24 de fev.
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